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quarta-feira, 8 de abril de 2009

Lei antifumo em SP

Na noite de ontem, a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo aprovou uma lei que proíbe o cigarro em ambientes fechados de uso coletivo, públicos ou privados. Bares, baladas, restaurantes e até espaços compartilhados de condomínios serão afetados. A lei deve ser sancionada em 15 dias, e a partir daí serão 90 dias pra entrar em vigor.
Essa lei irá limitar os fumantes paulistas a cultivar seu hábito em sua própria casa, ou em vias públicas, pelo menos até que a profecia do Vapstradamus se realize.
Sou fumante, e a lei me pegou de surpresa. O que chama atenção é a proibição das áreas de fumantes, que pareciam funcionar em bares e restaurantes. Ou seja, a lei não é para proteger os não-fumantes da fumaça indesejada, mas sim para desencorajar o hábito.
Se os cidadãos estão fumando em um local que não prejudique ninguém, além deles mesmos, acredito ser justo seu direito à liberdade para tal. Assim como acho justo qualquer ser humano ter a liberdade para tirar sua própria vida - o que não temos hoje!
Por outro lado, é fato que adolescentes e jovens começam a fumar em festas, bares e baladas. Logo, essa lei funcionando deve eliminar um dos caminhos que leva alguém a se tornar dependente do tabaco. Eu mesmo poderia ser um não-fumante, se tal lei viesse na minha adolescência, mas não tive ainda tempo de vida suficiente para confirmar que isso seria melhor pra mim (o que deve se confimar qualquer dia!).
Supondo que grande parte dos fumantes adultos se arrependa de ter se iniciado no vício, é justo legislar restringindo a liberdade das pessoas pra tentar evitar que elas caiam na mesma "armadilha"?

Pensamento da hora:
"Vaps pra deputado!"

Abs do Vaps

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Open Bar

Estou em Balneário Camboriú, e o título do post dá nome a um bar com internet grátis. Como estou sozinho aqui no bar, e a banda começa só começa à 1 da manhã, nada mais justo que fazer propaganda do lugar.
O Open Bar fica na Avenida Atlântica, altura 1800, no segundo andar. Apesar do nome, a bebida não é liberada, mas coisas grátis não faltam. Além de internet, o bar oferece jogos de mesa (até xadrez!), telefones nas mesas para comunicação interna, pizza na faixa para grupo de 8 amigos, e fatias esporádicas com fritas no balcão.
O lugar abre as 23 horas e funciona mais como uma balada. Bandas tocam rock todo dia, com covers dos grandes clássicos. Há um espaço para dançar em frente ao palco para depois da décima cerveja. Televisores exibem clipes clássicos que acompanham o som antes do show. O ar codicionado é providencial, dado o baixo pé direito, e as cadeiras são confortáveis. Das janelas se vê a praia, e a decoração não peca por exagero.
As pessoas estão mais para o estilo alternativo, com idade variada e média em 25. Mulheres bonitas servem com educação chopp gelado, mas não sei se estão na pista pra negócio. Nesse instante toca Beatles, e me vejo com copo vazio.

Até Breve!

Pensamento da hora:
"Mais um chopp, por favor."

Abs do Vaps

domingo, 25 de janeiro de 2009

SPFW

Sim, eu fui ao São Paulo Fashion Week. Não vem ao caso explicar as circunstâncias que me fizeram parar lá na última sexta-feira (e a censura do blog não me permitiria), mas confesso que até quinta nem sabia que o evento estava acontecendo.
Quem me conhece pessoalmente sabe como sou desligado da moda, e talvez da estética como um todo. Vivo de chinelos de tamanhos diferentes, calção de jogar bola, calças furadas e camisetas de churrasco do tempo da faculdade - e de repente estava imerso em um culto à arte de se vestir. Não é necessário dizer que eu me sentia um peixe fora do sistema solar, ao transitar mulambo entre pessoas vestidas com roupas que eu só via na TV.
Passeando pelo local, pude conhecer um pouco do trabalho dos empregados da moda. Vi a correria das modelos sendo maquiadas e vestidas sem pudor (que fumavam um cigarro a cada intervalo), o perfeccionismo do produtor ao ensaiar o desfile, o exagero de elogios em qualquer conversa entre pessoas do ramo e a beleza indescritível das mulheres que servem de manequins nas passarelas. Não preciso dizer que me apaixonei platonicamente umas 53 vezes (uma das vezes por Fernanda Lima)!
Acompanhei o processo de algumas horas para fazer acontecer 7 minutos de desfile, que presenciei da segunda fileira. Após o desfile, ainda voltei aos bastidores e parabenizei as estilistas, conforme a etiqueta do segmento. Saindo do camarim, dei de frente com um exército de jornalistas, câmeras e fotógrafos aglomerados na porta, que provavelmente se decepcionaram quando eu apareci - já que esperavam por alguma modelo famosa.
Não tenho capacidade técnica para avaliar o desfile, mas posso dizer que estou bem de bermuda e chinelo sem marcas. Estar rodeado de pessoas arrumadas não me fez refletir sobre o meu modo de vestir; ao contrário, vi realmente que a moda é algo a que não dou muito valor. Saí do lugar com a sensação de que fora uma experiência única na minha vida, até porque não penso em voltar, e que valeu pelos brindes que recebi (2 pares de havaianas) e pela concentração de beleza feminina por metro quadrado.

Pensamento da hora:
"Não preciso de espelhos."

Abs do Vaps

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Universo Paralello 2009

Este é o nome do festival no qual passei a virada do ano. Primeiramente, o nome faz jus ao evento. A música predominante é eletrônica, o que não me agrada muito, mas o conjunto da obra valeu a viagem a Pratigi na Bahia.

A nona edição do festival, que durou 7 dias, reuniu 9 mil pessoas em uma praia deserta (deserta o resto do ano!), grande parte acampada dentro do evento. A predominância da música eletrônica se dividia em 3 pistas, quase que 24 horas por dia! Um chill out para sentar ou dormir às vezes conseguia fugir do eletrônico e trazer bandas ao vivo. Uma pista de rock (pesado) também abriu discreta durante 2 dias.

Barracas de comida e lojas diversas formavam um grande corredor entre as pistas. Até temakis eram servidos entre a variedade de cozinhas, tudo a preços de shopping center, seja isso justo ou não. Entre as lojas diversas, muita roupa e acessórios. Chamava a atenção uma barraca de garotas suecas, Fuck for Forest, que viajam o mundo tirando fotos eróticas (eufemismo!) para vender na internet e aplicar o dinheiro em projetos ambientais. Parece que um show explícito das meninas chegou a acontecer num palco, mas eu não estava lá para ver. Outra barraca vendia plantas sagradas, inclusive mudas para plantio. Conheci também o pessoal do Coletivo Balance, grupo de voluntários que divulga informações sobre drogas em festas, visando a redução de danos no uso. O mesmo pessoal mantinha uma tenda com 2 pessoas, 24 horas por dia, para cuidar de pacientes com bad trip.

Muita coisa, além da música, aconteceu. Então vou me deter ao que pude ver e/ou participar.

Como eu não sou muito fã de música eletrônica, passava parte do dia procurando outras coisas para se fazer. A praia, por si só, é agradável em sua simplicidade. Coqueiros emolduravam os quilômetros de faixa de areia, nem larga, nem estreita. O mar era morno, com uma temperatura agradável já às 7 da manhã, quando o Sol forte já expulsava os foliões de suas quentes barracas. As ondas permitiam um jacaré, mas eram pequenas para o surf. A praia carecia de ambulantes vendendo bebidas, o que dificultava uma maior permanência na areia.

O Circolou era um espaço que recebia apresentações diversas e palestras. Palestras que eram diárias, sobre temas como astrologia e psicoativos. Participei de uma oficina de instrumentos, onde os coordenadores deixavam o público à vontade para pegar diversos (e estranhos) instrumentos sobre o chão e experimentar tocar, quase que aleatoriamente, acompanhado por uma percussão profissional. Um grupo de malabares fez um show de circo, envolvendo o público com humor. Apresentações diversas de malabares aconteciam também no meio das pistas, fossem contratados ou amadores treinando.

Sessões de ioga aconteciam acredito que diaramente, e uma tenda maia fazia rituais em torno de uma fogueira, ao sol nascente e poente. O movimento do abraço gratuito alegrou uma das tardes, e eu aceitei um carinho feminino. Extraordinariamente, vi um casamento acontecer na praia, com uma roda de amigos celebrando a união de um casal vestido à vontade com os pés na areia. Dia primeiro de janeiro, aconteceu a foto coletiva, com centenas de pessoas formando o símbolo da paz na praia, e depois houve a versão nudista da foto, com poucos integrantes.

Chamou-me a antenção a heterogeneidade do público. Frequantadores de academia usando Armani ou Dolce & Gabbana dividiam o espaço com hippies desleixados que não cortam o cabelo há 10 anos. Famílias com filhos de colo aproveitavam a tranquilidade da praia ao amanhecer, enquanto jovens "fritavam" em frente ao palco, quase sem dormir. O que havia em comum entre todas as tribos era a constante felicidade aparente.

Com todas essas coisas acontecendo, acho que eu passei mais tempo andando do que parado em um lugar específico. A música começou no dia 28 de dezembro, e logo após o reveillón eu não tinha mais energias para o tuntz tuntz, pois fiquei quase 18 horas de pé na pista durante a noite da virada. Por sorte, nos dias 2 e 3 achei uma roda de violão, que se transformou em um luau na praia, onde pude apresentar até algumas canções da "Macacos de Terno". A essa altura eu já havia desistido de dormir na barraca mal ventilada, comprei uma canga pra deitar na areia e dormia em qualquer lugar com sombra e vento.

Vale lembrar o desempenho da organização, que me afetou diretamente nas quase 4 horas de novela para a entrada no festival, entre filas e filas. A segurança também deixou a desejar com os comuns furtos de barracas. Fichas de valor foram falsificadas e entraram em circulação, quando acabei perdendo 2 reais de algum troco recebido. A limpeza frequente dos banheiros compensava um pouco sua precária estrutura e grande circulação. Os bares conseguiam atender toda a demanda praticamente sem fila, e a praça de alimentação dispunha de mesas à sombra para todos comerem sentados. A decoração das pistas era caprichada, inclusive com colaboração de equipes de Ibiza. O som era a altura do evento, e a escalação de DJs maravilhosa para quem gosta do estilo de música.

Na soma de tudo, a semana feliz valeu os sacrifícios, e penso em voltar no final do ano - desta vez sem barraca! Importante ressaltar que fui apenas com um casal de amigos, mas durante todo o festival tive a prazerosa companhia de mineiros(as) com quem dividi a excursão de ônibus.

Pensamento da hora:
"Paz e Amor."

Abs do Vaps

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Por que eu moro na Augusta (2)

Depois de um humilde post de minha autoria explicando porque eu moro na rua Augusta, indicaram-me essa publicação, que resume bem o cenário da noite na região:

Clique Aqui!

Muito informativo pra quem mora por aqui.

Pensamento da hora:
"Este pensamento tem sentido?"

Abs do Vaps

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Um Dia Feliz!

Hoje acordei para mais um dia sem função, de Elifoot e TV aberta. Por costume, já ligo a televisão na band, para ver Jogo Aberto, e uma manchete salta aos olhos:

"Ronaldo Fenômeno no Corinthians"

Só até aí eu já estava feliz como não ficava desde que anunciaram Carlitos Tevez! O Lá Diminuto com Sétima já disse que vai comprar uma camisa do craque no timão.

Mas dando continuidade à rotina do acordar, fui checar meus e-mails e recebo o comunicado de que fui aceito no programa de mestrado da USP, em ciências da computação! Como eu perdera a prova seletiva para inscrição no programa, por falta de atenção ao prazo de inscrição, havia boas chances de eu não ser aceito.
Sinto-me quase como um jovem que passou no vestibular! Há 9 meses não tenho ocupação, e esse mestrado não tinha um Plano B - se eu não fosse aceito, não teria a menor idéia do que fazer comigo. Agora minha vida voltou a ter um plano de médio prazo.

Enfim, como isso afeta a sua vida:

Pra quem estiver em São Paulo, a cerveja já está no freezer e todos estão convidados para passar lá em casa ("lá", porque estou numa lan house, por culpa da wireless do vizinho!) à noite, ou mesmo agora à tarde para os mais desocupados, como eu.
Além disso, a duração prevista de 2 anos para o mestrado deve me segurar por esse tempo na cidade. E claro que pretendo continuar com o blog, embora menos desocupado.

É isso aí, só queria compartilhar minha alegria.

Pensamento da hora:
"Agora vai!"

Abs do Vaps

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

TV aberta

No auge do ócio, vivo no sofá com o notebook na internet e a televisão ligada. Como só temos uma antena ruim, mal pega a Globo, e pegam bem apenas Bandeirantes e Record. Pois bem, enquanto escrevo no blog, a programação dessas emissoras decora a sala, normalmente sem volume. Mas, em alguns programas, ainda vale a pena tirar do mudo e prestar atenção:

11:40 Globo - The Simpons: Dispensa qualquer comentário. Não sei em que temporada está, mas não vi um mesmo episódio passar duas vezes.

12:30 Bandeirantes - Jogo Aberto: Nessa sua segunda metade, acontece uma discussão sobre futebol, com Neto, Dr Osmar, Godoy, um convidado e a apresentora Miss Brasil Renata Fan!

14:30 Bandeirantes - Mr. Bean: Humor para inglês ver, seja isso bom ou ruim. Eu particularmente dou risada só de ver a cara do protagonista. Nas segundas, quartas e sextas, passa sua versão em desenho animado!

15:30 Record - Todo mundo odeia o Chris: Negro, 13 anos, mora no Brooklyn em 1982 e ganha as roupas usadas do irmão de 11. Esse é o protagonista de uma série de humor infantil, mas com algumas críticas interessantes embutidas.

00:15 Record - Séries: CSI às sextas e House às quartas, com tecla SAP. Claro que pra quem vive baixando os episódios na internet ou acompanhando na tv a cabo, as temporadas podem ser ultrapassadas, mas para o pobre não faz diferença que já exitam 2 temporadas à frente, se ele está vendo toda a sequência. Eu não estou acompanhando essas séries porque prefiro o programa abaixo.

00:30 Globo - Programa do Jô: Ainda essa semana ele entrevistou 7 anões de uma vez só. Artistas, cientistas, esportistas e até filósofos dão o assunto para o Jô fazer a piada - e o Bira rir.

Ainda há o futebol na Band e Globo às quartas, sábado e domingo, mas já termina nessa semana!

Enfim, estamos tentando assinar uma TV a cabo.

Pensamento da hora:
"Um beijo do Gordo."

Abs do Vaps

domingo, 16 de novembro de 2008

A época dos blogs

A revista época desta semana traz na sua reportagem de capa os "80 blogs que você não pode perder". Alguns blogs eu já conhecia, dos restantes, visitei alguns que me chamaram atenção pela descrição. A maioria destes tinha publicado hoje justamente o fato de ser capa de revista!
O Blog do Vaps não foi relacionado na reportagem, provavelmente por sua "tiragem elitista", mas resolvi também publicar sobre isso, para dar minhas recomendações:

Blog do Juca: Simplesmente o melhor blog esportivo que conheço! O autor dispensa comentários - o que já é um comentário. Usa e abusa de jogos com palavras, não gosta do Robinho e é corinthiano! Os posts são quase diários, com destaque para as análises das rodadas do Brasileirão de futebol, publicadas logo após o término dos jogos.

Ao Mirante, Nelson! : Visitei hoje pela primeira vez e gostei. Li apenas uns 4 ou 5 posts, mas o humor refinado e a criatividade das reflexões me convenceram de sua qualidade. As publicações são, em média, semanais. Os textos são longos e de qualidade, mas é preciso ser um tanto intelectualizado para entender algumas citações - que eu mesmo não entendi!

Kibe Loco e Grandes Tolices do Orkut são velhos conhecidos que também estão na lista. Sempre garantem algumas risadas pra matar o tempo. São atualizados várias vezes por dia.

Liberal, Libertário, Libertino não foi relacionado na lista dos 80, mas fica por minha recomendação. O autor define o seu conteúdo como "Rebeldia, Contemplação e Sacanagem". Atualizações são quase diárias, mas vale procurar posts antigos onde o cara fala como vive com seu relacionamento aberto e seu balde chutado!

Tá feita a minha colaboração para a comunidade dos blogueiros!

Pensamento da hora:
"Um abraço pro bispo Suguinha, leitor assíduo deste blog!"

Abs do Vaps

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Por que eu moro na augusta

Muitas pessoas acham estranho o fato de eu morar na rua Augusta, lado centro, famosa pelas "casas de show" que iluminam a sua noite. Tirando esse preconceito bobo, a região oferece muitas facilidades, podendo se fazer tudo a pé.

Butecos - a menos de 100 metros de casa, tem um que oferece refeições 24 horas, e possui mesas de sinuca! Mas num raio de 200m há pelo menos 10 lugares pra comer, beber e jogar conversa fora.

Delivery de Buteco - Eles entregam até cerveja de garrafa em casa. O buteco 24 horas também entrega em casa 24 horas!

Só até aqui, já daria pra viver, talvez sem sair de casa. Mas começando com os supérfluos:

Supermercado Dia% - O supermercado mais barato de SP (segundo especialista em marketing) tem uma loja na quadra em que moro. Vende quase tudo, só não tem coisas muito caras. E as lâminas de barbear e energéticos ficam trancados por motivos de segurança!
lojas de usados - Roupas, discos (LP) e até tabuleiro de xadrez já encontrei nessas lojas que vendem meio de tudo para uma vida low cost.

Utilidades aletórias - vários lugares pra cortar o cabelo, um shopping perto (com agência dos correios, inclusive), farmácias, lan houses, restaurantes variados (pizzaria, mexicano, japonês, kebab...), bancos diversos, hotéis com preço para 1 hora.

Baladas - Praticamente todo dia tem alguma balada, e de quinta a sábado tem todas! Preços acessíveis para São Paulo, 10 a 25 reais para entrar. Gênero dominante: rock! Mas rola e-music, jazz, dub, black, samba-rock, etc...(menos forró!)

Outros - Há um ponto de ônibus na frente do prédio em que moro (e eu uso bilhete único). De quarta a sábado, à noite, fica uma van de cachorro-quente na frente do prédio, para atender clientes do Vegas. Nos mesmos dias, um casal de hippies vendem o que hippies vendem na calçada!

Por hora é só. Agora com branquito!

Pensamento da hora:
"Vegas hoje?"

Abs do Vaps

terça-feira, 4 de novembro de 2008

O que faltava na segunda

Ainda ontem eu estava reclamando que não acontecia nada segunda-feira na rua Augusta. Claro que a profissão mais antiga do mundo funciona todo dia, e a sinuca 24 horas faz jus ao nome, mas faltava uma festinha. Faltava, porque agora não falta mais. Quando desci pra comprar cigarros, vi uma movimentação na frente do meu prédio. Falando com o segurança (Mike, pra quem conhece) descobri que o Vegas começava ontem uma programação de segunda-feira! Então só subi pra colocar uma calça e virar o "repórter em ação". Em cima: show de rock, embaixo: dance/diversos, preço: R$20 a entrada, público: 20-30 anos e dominantemente heterossexual. Claro que esse blog não é preconceituoso, mas acredito que todos leitores aqui identificados sejam hetero também. Enfim, ontem, como sendo a inauguração da festa de segunda, estava lotado. Até alguns pseudo-famosos apareceram por lá. Troquei uma idéia com MariMoon, apresentadora da MTV (simpatissíssima, aliás), que tem na cor do cabelo rosa seu grande diferencial.
Agora pode-se dizer que tem balada de segunda a segunda na rua, embora a terça-feira ainda não seja constante.

E por hora é só amiguinhos.

Pensamento da hora:
"Dentistas recomendam: Tome banho a cada três vezes que escovar os dentes!"

Abs do Vaps